Esclarecimentos necessários sobre os ataques do Grupo Revolulábia: Promessas Instantâneas, Ataques Prontos e Zero História

O grupo “Revolulábia” decidiu transformar a decisão judicial em peça de campanha e, como era de se esperar, fez isso da forma mais distorcida possível. Destacaram trechos sobre eventual afastamento de dirigentes “em caso de resistência”, como se estivessem prestes a travar uma cruzada contra uma gestão rebelde. Irônico, porque se tem algo que essa direção nunca fez foi desobedecer a Justiça — justamente o oposto do que eles querem insinuar.
Mas não é surpresa. Quando não existe história, não existe luta e não existe serviço prestado à categoria, a alternativa é tentar destruir quem construiu. E aí vale tudo: recorte de sentença, alarmismo e até a tentativa de pintar uma diretoria inteira como “resistente”
Promessas milagrosas e um líder sem nenhuma experiência
O líder do grupo, num lampejo de sinceridade num grupo de WhatsApp, resolveu anunciar que não ficará “meses brigando por INPC”. Antes mesmo de existir processo eleitoral, o sujeito já está distribuindo promessas como se estivesse vendendo upgrade de antivírus.
A mesma pessoa que nunca sentou numa mesa com patrões.Nunca participou de campanha salarial.Nunca mobilizou ninguém — absolutamente ninguém — em defesa dos trabalhadores de TI.
Mas agora, de repente, virou especialista em conquistas rápidas. Milagre, talvez. Milagre eleitoral.
É preciso avisar a categoria: quem promete negociação relâmpago sem conhecer o chão da luta ou está enganando ou está blefando. E, neste caso, parece que são as duas coisas.
O objetivo é claro: filiações fáceis em troca de fantasia política. E atacar esta direção como se negociação trabalhista fosse apertar um botão. Não é. Nunca foi.
O ataque contra uma ex-dirigente, e o velho truque de inverter tudo
E, como se não bastasse, decidiram expor publicamente a ex-presidente Jeanine Silva — alguém que dedicou anos da vida ao sindicato. Pegaram uma frase dela, enviada no privado, e transformaram em munição. A fala questionava algo simples: quem são essas pessoas que surgiram agora, vindas de fora, tentando se apropriar de uma entidade que nunca ajudaram a construir?
A resposta do grupo Revolulábia?Acusar Jeanine de xenofobia.
É a tática perfeita de quem não tem argumento: distorce, inventa, cola um rótulo e espera que cole. Não colou.
A pergunta dela é a mesma que todos estamos fazendo há meses: por que tanta gente de fora de Santa Catarina, está tão interessada em tomar um sindicato que não é da sua base?
A reação deles só reforça aquilo que estamos denunciando: um grupo que age com métodos agressivos, autoritários e baseados em fake news. Um grupo que foge do debate honesto e tenta silenciar qualquer questionamento.
A verdade é simples — e não precisa de firula
Esse grupo não quer construir. Quer tomar.Quer o sindicato pronto, de bandeja, sem ter gasto um minuto da vida militando pela categoria.
Enquanto eles fazem campanha antecipada, distorcem decisões judiciais e prometem o impossível, esta diretoria segue fazendo o que sempre fez: trabalhando, mobilizando, negociando e defendendo os profissionais de TI de Santa Catarina.
Se há algo que a categoria precisa saber é que não existe atalho na luta sindical.E quem vende milagre está, no mínimo, tentando te vender também a conta.







